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Entendimento de um espaço de arquitectura fúnebre como sendo um espaço de fruição momentânea mas intensa, de apelo a memórias e sentimentos conduzindo assim a uma proposta que se assume com um rosto público linear, simples, e um conteúdo interior de interpretações diversas, de contacto com a natureza exterior desde o átrio e de contacto com a natureza de um pátio, desde a capela .
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